Sempre posto artigos mais técnicos ou conceituais. Mas desta vez, não pude me conter com esta tragicomédia sintetizando tudo que nós desenvolvedores e designers enfrentamos graças a existência do Internet Explorer.
Finalizando a série sobre layout líquido, nesta vídeoaula apresento a técnica chamada Holy Grail ou Santo Graal, para um layout com 3 colunas, sendo 2 colunas com largura fixa e 1 coluna com largura variável.
Complementando a série sobre layout líquido, nesta segunda vídeoaula apresento uma técnica para um layout com 2 colunas, com 1 das colunas com largura fixa.
Está técnica é útil quando temos colunas já com um tamanho bastante reduzido e se caso sejam diminuídas poderiam distorcer a apresentação do conteúdo. Ela é bastante simples, quando eu a aprendi fiquei espantado com a “jogada” usada com o XHTML e CSS.
Depois de um tempo sem postar, trago para vocês uma vídeoaula sobre layout líquido. Uma técnica muito legal para resolver problemas que encontramos em arquitetura de informação, quanto ao melhor aproveitamento dos espaço da tela, e também com detalhes relativos a acessbilidade e as características de cada leitor de telas.
Esta é a primeira vídeoaula e a mais simples de uma série de 3 posts sobre este assunto, que trata apenas da definição do layout líquido com valores percentuais .
Dando a sequência na série Tableles, vamos estilizar o XHTML estruturado na vídeoaula Tableless – HTML. Deixando claro que a técnica que utilizo neste post é uma das várias técnicas que são utilizadas na web. Cada uma com suas vantagens e desvantagem e dependendo da maturidade e intimidade que o webdesigner tem com o XHTML e CSS.
Tableless segundo a Wikipédia é uma forma de desenvolvimento de sites que não utiliza tabelas para disposição de conteúdo na página, pois defende que os códigos HTML deveriam ser usados para o propósito que foram criados, sendo que tabelas foram criadas para exibir dados tabulares. Para a disposição da página o recomendado seria usar CSS. O termo ganhou destaque no Brasil sendo pouco utilizado no resto do mundo.
Dentre as possíveis vantagens da metodologia, estão a diminuição do peso da página (na realidade, o conteúdo da página é mostrado mais rápido, o que não significa que o peso da página seja menor – isso, é claro, sempre dependendo de como o HTML é feito) e melhora da acessibilidade – podem ser vistos em dispositivos móveis sem necessidade de versão especial e por deficientes visuais, embora não sejam muitos os sites tableless que carregam atualmente esta segunda característica.
Está é a primeira vídeoaula de uma série de duas vídeoaulas que falam sobre tableless. Pensando em quem está iniciando no desenvolvimento web, começamos com a estrutura do conteúdo em XHTML, para demontrar o uso da metodologia e de que forma podemos aproveitar todas as suas vantagens e como resolver os problemas de compatibilidade entre os navegadores, crossbrowser.
Estreio meu primeiro Screencast (vídeo-aula), falando sobre Web Standards. Este será uma sequência de outros Screencasts falando sobre o desenvolvimento web dentro dos padrões e de forma acessível.
Espero que gostem deste novo modelo de post e deixem comentários. Um abraço!
Navegando pela web, encontrei o canal da Adobe, Adobe TV, um recurso gratuito de vídeo on-line para treinamento para usuários Adobe. Com diversos canais, série de programação e conteúdos da Adobe, de empresas de treinamento e de especialistas.
Projetado para ensinar, inspirar e entreter a comunidade, a Adobe TV está disponível para download a partir do site da Adobe, http://tv.adobe.com , ou como uma rede com diversos programas no software Adobe® Media Player 1.0. O Adobe Media Player oferece uma abrangente gama de programas de televisão e conteúdo de vídeo de entretenimento da maior parte das emissoras de conteúdo, incluindo a CBS, MTV Networks, Universal Music Group, PBS, CondNet e Scripps Networks.
Estudando acessibilidade na internet esta semana encontrei este vídeo no site www.acessibilidade.net, apresentado por pessoas com necessidades especiais, falando sobre a importância e o custo benefício da acessibilildade. Perceba a importância do desenvolvimento de sites acessíveis.